domingo, 29 de maio de 2016

Não foi sua culpa!

Meu coração se partiu em mil pedaços nestes últimos dias.

Cada caso que eu vejo me machuca. Decidi não ficar no Facebook e assim evitar mais posts sobre o assunto e mais guerra entre feminismo x anti-feminimo x machismo.

Mas daí os relatos que mais me destroem vem de pessoas próximas. Sabe o que é pior? São relatos que não foram levados a justiça. "Porque eu estava bêbada demais e ninguém levaria a sério.", "Porque eu achava que estava apenas bêbada e não que tinha sido dopada".

Estou aqui, em um sábado à noite remoendo tudo isso e sem saber nem o que falar pra elas.

Não consigo dormir.
Meu coração está em pedaços.
As lágrimas não param de cair e eu me sinto impotente.

No fim a única coisa que posso dizer a elas é: não foi sua culpa!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Where is the love?

Olá caro leitor!
Sabe aquele tipo de época que não dá nem gosto ler/assistir a um jornal? Parece que esta tem sido a realidade. Só tem tragédia. Filho que mata pai, mãe que joga o filho recém nascido fora. Corrupção, drogas, mortes, estupros, abandonos, crimes contra os animais! Alguém por favor para o mundo que eu quero descer.
Fora os jornais tem tudo ao nosso redor, parentes que brigam por bobagem, irmãos que não conversam, pessoas que só pensam no dinheiro. Onde vamos chegar assim? (ou seria aonde??)
Tanta gente passando por cima dos outros para crescer, tanta hipocrisia! Que só me vem a mente aquela música do Black Eyed Peas: Where is the Love??

What's wrong with the world, mama?
People living like they ain't got no mamas
I think the whole world addicted to the drama
Only attracted to things that'll bring you trauma
Overseas, yeah, we try to stop terrorism
But we still got terrorists here living
In the USA, the big CIA
The Bloods and The Crips and the KKK
But if you only have love for your own race
Then you only leave space to discriminate
And to discriminate only generates hate
And when you hate then you're bound to get irate, yeah
Badness is what you demonstrate
And that's exactly how anger works and operates
Man, you gotta have love just to set it straight
Take control of your mind and meditate
Let your soul gravitate to the love, y'all, y'all
People killing, people dying
Children hurt and you hear them crying
Can you practice what you preach?
And would you turn the other cheek?
Father, Father, Father, help us
Send some guidance from above
'Cause people got me, got me questioning:
Where's the love? (Love)
Where's the love? (The love)
Where's the love? (The love)
Where's the love, the love, the love?
It just ain't the same
Always in change
New days are strange
Is the world insane?
If love and peace is so strong
Why are there pieces of love that don't belong?
Nations dropping bombs
Chemical gasses filling lungs of little ones
With ongoing suffering as the youth die young
So ask yourself:
Is the loving really gone?
So I could ask myself:
Really what is going wrong?
In this world that we living in
People keep on giving in
Making wrong decisions
Only visions of them dividends
Not respecting each other
Deny the brother
A war is going on
But the reason's undercover
The truth is kept secret
It's swept under the rug
If you never know truth
Then you never know love
Where's the love, y'all, come on
(I don't know)
Where's the truth, y'all, come on
(I don't know)
Where's the love, y'all
People killing, people dying
Children hurt and you hear them crying
Can you practice what you preach?
And would you turn the other cheek?
Father, Father, Father, help us
Send some guidance from above
'Cause people got me, got me questioning:
Where's the love? (Love)
Where's the love? (The love)
Where's the love? (The love)
Where's the love?
The love, the love
I feel the weight of the world on my shoulders
As I'm getting older, y'all, people gets colder
Most of us only care about money making
Selfishness got us following our wrong direction
Wrong information always shown by the media
Negative images is the main criteria
Infecting the young minds faster than bacteria
Kids wanna act like what they see in the cinema
Yo', whatever happened to the values of humanity
Whatever happened to the fairness in equality
Instead in spreading love we spreading animosity
Lack of understanding, leading lives away from unity
That's the reason why sometimes I'm feeling under
That's the reason why sometimes I'm feeling down
There's no wonder why sometimes I'm feeling under
Gotta keep my faith alive till love is found
Then ask yourself...
Where's the love?
Where's the love?
Where's the love?
Where's the love?
Father, Father, Father, help us
Send some guidance from above
'Cause people got me, got me questioning:
Where's the love?

quinta-feira, 14 de março de 2013

Cuidado com as unhas


De uns tempos para cá, confesso que influenciada por minha amiga do serviço, tenho tomado muito mais cuidado com minhas unhas. Li muita coisa e acabei decidindo não mais remover as cutículas com alicate.

Confesso que no começo foi terrível vê-la e não tirá-las, mas com o tempo me acostumei e só tiro o excesso, sem utilizar o alicate. Para conseguir não tirar as cutículas tem que ter muita hidratação: creme para mãos e unhas, óleos especiais para as unhas e um monte de outras coisas que a internet diz que é bom e a gente testa.

Ainda não cheguei a unha perfeita, mas estou me esforçando, minhas unhas estão bem mais saudáveis, diminuindo ondulações e estrias (que eu nem sabia que tinha em unhas até minha amiga me apresentar e me deixar desesperada!!). Agora elas crescem e não quebram como antes.

Como o tempo para fazê-las diminui, por não remover a cutícula, agora eu invisto na pintura das unhas e desde a semana passada tenho o desafio da semana escolhido junto com minha amiga do serviço. Vou colocar as fotos pra vocês verem e eu tô melhorando nesta arte que é pintar as unhas.
Segunda semana

Primeira semana

Prometo que posto meus próximos desafios aqui para vocês verem também! ;)
E vou trazendo algumas novidades do mundo das unhas que eu achar legal pra compartilhar. Também devo voltar com força total no blog, não só com unhas, cabelos, maquiagens, mas com tecnologia e quem sabe um pouco de cinema e literatura que eu adoro.

Vamos ver se consigo levar estas ideias adiante

beijos gente e até a próxima!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Geração de mimados

Estava eu no facebook quando me deparo com este texto... É grande, mas vale a pena.
Muitos de nossa geração foram tão mimados que não entendem o valor de lutar por algo que desejam, esperam que tudo venha de graça e se decepcionam com cada tropeço!

Nós temos tudo para vencer? Sim! Mas temos que lutar para isso!

Lute pelos seus ideais e mostre a todos que você pode até ser um sonhador, mas acima de tudo é um realizador!! Realizador de sonhos, projetos, desejos... Um realizador de sua vida, na qual não é apenas um ator coadjuvante, é ator principal, diretor e roteirista.

"Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é umdireito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba."
ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

sábado, 3 de setembro de 2011

Quem está aí? A carência.

Ultimamente ando tão sem tempo que certas vezes me pergunto em que momento devo viver. É trabalho, faculdade, trabalho voluntário, ser filha, irmã, amiga, conselheira... E apesar de todos os papéis tem horas que ainda sinto falta do papel de ser namorada.

Nunca fui de ser carente, mas nos últimos tempos a carência tem me tomado de maneira incrível. Carência de alguém, mas não qualquer um. Carência de ter aquele certo alguém ao qual se referia Lulu Santos em sua música, vontade de ter alguém que de vez em quando me faça esquecer dos meus problemas e pensar apenas no momento.

Certo alguém, se estiver lendo estas palavras estou aqui te esperando, vê se não demora porque posso mudar de ideia! rs

Chega de carência por aqui (por hoje).


Don't worry. Be happy!

Beijos e se cuidem queridos.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sensualidade x Vulgaridade


Vira e mexe nos deparamos com algumas mulheres que parecem não entender  o que a sensualidade realmente é. Tudo bem que o ser sexy varia de pessoa pra pessoa, mas convenhamos que a vulgaridade não é sexy.

Minha mãe estes dias me disse uma coisa que é a mais pura verdade: Homem gosta de tentar ver aquilo que está escondido. Eles olham as mulheres que estão com tudo de fora (leia vulgar), mas logo cansam de olhar porque tudo está a mostra, não há mistério. Agora quando eles veem uma mulher que sabe mostrar na medida certa eles passam um tempo maior olhando já que eles tem um desafio maior: enxergar o que está escondido. E esse tempo maior é justamente o que nós precisamos pra conquistar o “pretendente”.

A vulgaridade veio pra estragar a imagem da mulher e fazer com que muitas feministas se mordam de raiva. Fazem com que a mulher seja vista como um objeto a disposição dos homens. Mas a sensualidade faz com que nós mulheres nos sintamos poderosas pois vemos os olhares nos seguindo e  sim, nós conseguimos muitos pequenos favores utilizando dessa “arma”. Conseguimos com jeitinho aquele desconto, aquele jantar fora que o namorado/marido não queria.

Nós mulheres temos que aprender a nos valorizar se queremos que alguém nos valorize. Chega das imagens de que podemos ser apenas a pacata dona de casa, perfeita ou a prostituta que não possui nenhum caráter. Podemos ser muito mais. Podemos ser mães, amantes, namoradas, empresárias, motoristas, soldadoras, militares, donas de casa. Na verdade nós já somos tudo isso, até mais!